História

E assim nasceu o CIVC…

E tudo começou no ano de 1.976 …

De princípio, de forma tímida. Alguém trouxe a idéia. Outros a abraçaram.
E estava lançada a pedra fundamental de um dos mais belos e agradáveis movimentos dirigidos totalmente à Família, o único até hoje.
No começo, todos estavam aprendendo. Quem participava e quem ministrava.
Desse conjunto, formou-se uma base sólida, que persiste. Primeiro encontro, no Mossunguê.
Logo a seguir, para o Palotinos e muito cedo, para o Colégio Madalena Sofia, que foi nossa casa por muitos anos. Hoje de volta ao antigo e primeiro lar, já nos sentimos em casa de novo.

Qualquer que fosse o local dos encontros, uma coisa desde cedo foi marcante: quem deles participa, logo se apaixona. Pode até não aparecer, mas esquecer, jamais.

Ao voltar para casa, os pais iam repletos de emoção e isto, às vezes, chocava os filhos.
Não estavam acostumados . Criou-se o DEACO ( Deus – Amor – Compreensão ), para fazer com que houvesse uma consonância de emoções entre pais e filhos.
Com certeza, o DEACO é nosso maior orgulho. A exemplo da própria vida,
hoje caminha pelas próprias pernas. E muito bem.

Descobrimos dois tipos de pessoas. Os que são apaixonados pelo CIVC e os que não o conhecem.
E a obra foi sendo construída. Pedra sobre pedra. Os alicerces se fortalecendo.
Mais e mais casais tendo o privilégio de participar da construção.

Era pouco encontrar-se somente durante os quatro cursos anuais. e logo se tratou de realizar o
Baile dos Namorados. O primeiro foi na Fundação Copel, onde cada casal levava um pequeno prato de salgado, um refrigerante. O ambiente era modesto, mas o espírito reinante sempre foi o mesmo.
Muita alegria, descontração e o prazer de encontrar os amigos mais vezes.

A Sociedade D. Pedro e Círculo Militar nos abrigaram por um tempo. E o Santa Mônica, há muito tempo é a casa de nosso baile. O romantismo sempre foi a tônica.
Tivemos bailes memoráveis. É um marco importante na nossa história.

A Festa da Família logo foi introduzida no calendário.
Um forma encontrada de verdadeiramente reunir a família. Foi e continua sendo um sucesso.
A obra já se considerava consolidada. Nada parecia abalá-la, já que fora construída sobre bases firmes e fortes. Achamos que seria egoísmo demais mantermos só para nós uma obra tão maravilhosa,
e levamos nossos pedreiros a construir mais duas obras. Uma em Blumenau, onde, infelizmente, o solo era meio arenoso e a obra não prosperou, muito embora, até hoje tenha deixado marcas.

Outra, em Londrina, onde foi construída sobre rocha , persiste até hoje. Aquela obra que ajudamos a construir a base, hoje pode ser considerada tão firme e forte como a nossa. É o nosso orgulho.

Mas, um dia, os alicerces balançaram! Nenhuma obra, por mais projetada que seja,
pode ficar muito tempo em pé, se tiver um único pilar. E a turbulência, ao invés de significar a queda da obra, serviu para que operários e engenheiros se juntassem para que  ela continuasse a existir.
E conseguiram. Novas colunas foram fincadas. Ficou mais forte.

Hoje, a cada ano, novos dirigentes assumem sua sustentação. e têm sido, todos, verdadeiros pilares na consolidação da obra. E assim, nós todos temos e devemos ter um orgulho profundo de vermos esta idéia personificada numa obra belíssima.

Sob o manto do CIVC, amizades se consolidaram; outras surgiram. E pessoas aprenderam a,
ao praticar a humildade e extravasa o afeto, enxergar que o mundo pode ser bom.
Basta que cada um de nós faça a sua parte.

Bingo, feira do bagulho, macarronada, encontro na praia, baralho  na casa de alguém; todos arrumam motivo para se encontrar e tornar ainda mais forte aquela amizade que nasceu sob o teto do CIVC.

E, ao pararmos para pensar um pouco, ao analisarmos que toda sociedade justa,
organizada e estruturada começa pela família, o nosso símbolo quer significar tudo isto:
a presença do pai; a participação sublime da mãe; o fruto maior de uma união verdadeira que é o filho,
e juntos, entrelaçados, vivendo e vivenciando o amor.

Que outra coisa mais pode se querer e desejar? Que outra missão mais nobre se pode almejar, senão a de unir a família e deixá-la se projetar no amor? Que esta obra, que todos nós ajudamos a construir, continue a ser nosso orgulho; que todos vocês sintam-se responsáveis, de um jeito ou de outro, todos têm um pedacinho de si nesta obra.

PARABÉNS A TODOS  VOCÊS. PARABÉNS A TODOS NÓS.